ABRE A JANELA

Escrever… ato ou efeito de manifestar uma inquietude construtiva, um grande desconforto ou um verdadeiro e longo sorriso torto.

Porque existir é viver uma vida bem sentida.

por Diana T. Sposito

Canção de amor à ilha

Quem já pisou em Florianópolis sabe,

tem feitiço nessa ilha da magia.

Tem brilho no olhar, um certo frescor no ar

alguma coisa especial, que não se acha em qualquer lugar.

É impossível comparar.

Talvez sejam as mais de 40 praias espalhadas pela costa,

o pôr do sol na beiramar,

a natureza exuberante ou a rica cultura açoriana,

boi de mamão, maricota nariz de pimentão.

Talvez seja o esporte… porque por aqui, só campeão.

Não sei,

essa terra tem algo diferente,

que marca noss’alma pra sempre.

Deve ser a nossa gente.

É que aqui, por onde quer que tu andar

Barra da lagoa, ilha do campeche, ou praia do moçambique

em Floripa, duvido que tu não te inspires.

Que tu não mudes teu jeito de ser, de ver, de proceder

de conjugar o verbo em segunda pessoa e pular da cama bem cedo pra ir fazer uma trilha ou andar de canoa

porque Floripa, meu bem, não deixa ninguém ficar à toa.

Ô comida boa!

Nessa terra tem figueiras

onde canta o quero-quero,

as ondas que por aqui tu encontras,

só se quebram por acá.

Nossa lua tem mais luz,

nossas árvores mais flores,

nosso ribeirão tem mais vida,

nosso povo mais amores.

Gonçalves, Zininho, todos enxergavam a grandeza,

de que jamais algum poeta teve tanto pra cantar

jamais a natureza reuniu tanta beleza

nesse pedacinho de terra perdido no mar.

*

*

Foto: Florianópolis, Brasil.

Leave a comment